** Para vovó Marota e Rubens Salomão...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Indo Embora
** Para vovó Marota e Rubens Salomão...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Tanque em 100
Com os pés descalços sentindo o calor do chão, olhe para frente e veja a longa estrada que tem para percorrer, sinta o vento lhe bater ao rosto, sinto os raios de sol lhe batendo sob a cabeça ou apenas sinta a chuva fria escorrer pelo corpo, sinta este momento acontecer, pois ele é o presente, é o momento em que está sendo vivido, afinal o passado ficou para trás e só pode ser visto por cima de seus ombros, aqueles momentos vividos já se foram, agora nós estamos vivendo em outro tempo. Com a cabeça erguida caminhe nas áreas da praia e deixe seus pés afundarem nelas, sinta a paz ao ouvir o som do mar, procure “conchinhas” para guardar de recordação desse momento em que está vivendo, pois ele é o presente, afinal o futuro está longe demais para ser imaginado (não planejado), imprevistos acontecem, e nós estaremos prontos para recomeçar se houver necessidade. Às sombras de um passado ou às margens de um futuro, existe algo concreto chamado de presente, onde possamos olhar “olho a olho” e falar o que se deve ser dito, fazer o que se deve ser feito, chorar e sorrir, cantar e gritar, correr e tropeçar – mas evitando cair. Nas sombras desse passado, prefiro o presente onde estamos vivendo, nas margens desse futuro prefiro não imaginar tanto, mas vamos continuar planejando com o "tanque em 100".
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Quem Salva Uma Vida, Salva o Mundo Inteiro
Ninguém o conhecia até o inicio da Segunda Guerra Mundial, e tudo o que ele queria era ganhar muito dinheiro se aproveitando do fato. E realmente se aproveitou. Construiu uma fábrica de armas esmaltadas em Crácovia e fez fortuna ao utilizar mão de obra escrava dos judeus, e ao invés de pagar em dinheiro, ele pagava com os próprios produtos. Seu contador judeu, Itzak Stern, era o gestor da empresa, foi ele quem o ajudou a ficar rico. Mas em 1943 o gueto (como era conhecido a região de Crácovia) foi invadida por alemães, e os judeus que ali moravam, foram levados para o campo de concentração de Plaszow. Sua fábrica continuou funcionando durante o dia, pois os judeus teriam que voltar para o campo de concentração a noite. Porém quando as tropas russas começaram a ter um certo avanço, tiveram que desabilitar esse campo de concentração, e os judeus que ali estivessem, seriam levados para outro campo, onde ali seriam executados. Foi onde ele, Oskar Schindler junto com o seu contador (nessa época já haviam se tornado amigos) Itzak Stern, realizaram e o que se tornou conhecido nos dias de hoje como: A Lista de Schindler. Essa lista continha o nome de mais de mil judeus a serem negociados e salvos por Schindler. Ele subornou o oficial comandante dizendo que precisava desses “operários especializados” para dar continuidade à sua fábrica. Todo o dinheiro que ele havia conquistado foi para comprar cada judeu, onde todos eles foram levados para a sua cidade natal, onde sua nova fábrica foi construída. Ao final da guerra, Oskar Schindler gastou cada centavo para salvar 1.200 judeus entre homens, mulheres e crianças, e ficou falido. Hoje eu faço uma breve reflexão: todo o dinheiro que ele usou, foi para salvar vidas, e o que nós fazemos com o dinheiro que nós ganhamos? Sim claro, todos nós temos os nossos compromissos, nossas regalias, nossos desejos, enfim, temos os nossos caprichos, sem ao menos pensar no próximo, sem ao menos tentar salvar vidas. Algumas pessoas não precisam dizer que precisam da nossa ajuda, basta olhar dentro dos nossos olhos para dizerem tudo.