O que pensamos; o que imaginamos; o que sonhamos; o que desejamos; o que almejamos; nossos limites; nossos sorrisos; nossas lágrimas; nossas realizações; nossa grandiosa realidade. Do que adianta viver sonhando, sendo que tentamos fugir ao máximo da nossa realidade? Muitas pessoas acabam por não honrar a sua própria história, acabam por muitas vezes acreditando naquilo que repetidas vezes disseram ser a sua verdade, e não a verdade verdadeira. Acredito que quanto mais corremos em busca de realizar um sonho, um pouco da nossa realidade vai se escondendo por trás de nós mesmos, nos fazendo “sacrificar” momentos/pessoas que jamais imaginaríamos que seriam “descartados” por um bem maior. Talvez a cruel verdade que se esconde de nós – por nós – jamais possa ser revelada, talvez os sacrifícios cometidos em função do bem maior sejam em vão, tudo em função dos sonhos que mal sabemos se iremos conseguir realizá-los ou tudo em função da incerteza do presente na qual estamos vivenciando. Mas então, qual a verdade que vivemos ou a que acreditamos que vivemos? Qual a verdade que os olhos podem ver ou qual será na que podemos acreditar? Acredito que podemos conquistar grandes vitórias contra tudo que nos cerca, porém a maior vitória seria sobre si, sobre dominar os próprios desejos e anseios, acreditar que vive uma vida diferente dos sonhos, acreditar que os sonhos podem não ser realizados, acreditar que o futuro está longe,comparado ao presente – porém se no passado conseguistes conquistar algo no presente, continue lutando, as batalhas foram feitas para se ter um vencedor. Viver numa vida inexiste é esconder a verdade por trás da carcaça.