Tem certos acontecimentos que poderiam sempre acontecer ou certos dias que poderiam demorar a passar. Eu preciso contar isto, preciso contar o meu fim de semana.
Tudo começou de verdade na terça-feira dia 30 de março, quando me fizeram uma excelente proposta no emprego, a qual eu não deveria negar - mas agora pulando os dias – eu tinha que comemorar soltar esta felicidade que estou tendo, e coincidentemente era o fim de semana de páscoa. Muito bem, a sexta começou meio que parada e sem muitas emoções, além do calor insuportável que estava dentro de casa. Resolvi descer e ficar na casa da minha avó durante algum tempo, e foi neste momento que a família toda chegou, pois como é de costume em datas comemorativas a família da minha mãe sempre se reunir na casa da minha avó. Não demorou muito para os meus primos e tios irem para o bar que tem aqui atrás de casa, e também não demorou muito para eu ir logo depois do almoço. Cheguei ao bar era uma e meia da tarde e voltamos de lá por volta das quatro ou cinco horas, compramos mais uma grade de cerveja para levar pra casa, e depois de mais algum tempo, a cerveja toda acabou, e depois de tudo ter acabado (menos a famosa torta capixaba, ah não, isso não poderia acabar) a galera decidiu ir pra casa de praia da tia Sumaia. Muito bem, chegando lá, outra grade de cerveja já estava nos esperando no congelador (a cerveja também não poderia acabar). Após um período bebendo e comendo torta capixaba, fiquei um tempo do lado de fora da casa, estava pensando na vida (ultimamente tenho feito bastante isso) e foi quando percebi a presença da minha prima. Ali conversamos bastante sobre o nosso presente, no que ela vive e no que eu estou vivendo até entrarmos no assunto chamado: destino. Ficamos ali durante alguns minutos ouvindo e debatendo (se a gente não debatesse sobre alguma coisa, nós com certeza não seríamos neto de Joaquim) a respeito do misterioso destino, no qual ela não acredita e no qual eu passei a acreditar. A verdade é que ela já estava falando muito (foi mal Beta, mas não resisti, você fala demais... rsrs... te amo e você sabe disso), e decidi por mim mesmo tentar encerrar o assunto ali, afinal, já estava algum tempo sem cerveja no copo. Voltamos para a varanda, na qual onde todos se encontravam, e fiquei observando cada um, cada gesto e cada pessoa, e fui percebendo o quanto somos unidos, e por ficar apenas “observando” todos, me dei conta que na mesa só estava tia Sumaia, Anderson e eu tomando cerveja. Nem tinha percebido a hora passar, já era quase uma da manhã e todos tinham ido dormir. Quando estava deitado tentando dormir decidi escrever sobre o meu fim de semana, ele não foi espetacular e não aconteceu nada de demais, mas eu precisava contar isto, precisava dizer que caminhei na praia a meia-noite com meus primos e primas e relembramos fatos curiosos e engraçados que vivemos; precisava dizer que joguei vídeo game enquanto estava bêbado; precisava dizer que peguei o carro do meu primo no sábado de manhã só para voltar à Aracruz pra comprar ovo de páscoa pra galera lá de casa; precisava dizer que horas passadas com as pessoas que amamos, sempre serão horas inacabadas e eternas. Agradeço ao Matheus (o meu primo inquieto), ao Lucas, a Roberta (aquela que gosta de falar), ao Anderson (meu companheiro de copo, que um dia eu espero ganhar dele ainda.. rsrs), a Paulinha (minha prima-irmã que adoro.. hauhau), a tia Suamaia (minha segunda mãe), a Karen (que me meteu numa furada.. rsrs)... enfim, agradeço a Deus, por me proporcionar momentos únicos.
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